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  Exposição "Mão da América" reúne artistas que homenageiam o símbolo do Memorial, a escultura "Mão" e seu criador, Oscar Niemeyer

                 

Permanece em cartaz até 12 de fevereiro, a mostra que a Fundação Memorial da América Latina promove em homenagem aos 103 anos de Oscar Niemeyer. Denominada “Mão da América”, a exposição é composta de obras cujo suporte são réplicas em miniatura da “Mão”, obra de Niemeyer e símbolo do Memorial da América Latina. Trata-se de uma forma criativa de homenagear esse inventor de novas realidades urbanas, uma de suas criaturas e esse complexo cultural.

A mostra com a proliferação das mãos remete à exposição daquelas  vaquinhas simpáticas e coloridas que alegram a cidade de vez em quando. Mas, ao contrário da “Cow Parade” –  fenômeno mundial de arte de rua, em que diversos artistas apresentam sua proposta criativa para uma mesma base e as espalham pelas ruas de determinada cidade –, a mostra do Memorial concentra todas as obras em um único lugar, a Galeria Marta Traba.

Os artistas desta exposição, na maioria com alguma passagem pelo Memorial, foram convidados a desenvolver suas linguagens plásticas e visuais sobre uma miniatura inspirada neste grande símbolo. A reinterpretação artística do símbolo da Fundação faz do tema uma oportunidade para os artistas latino-americanos olharem, assim como fez Niemeyer, para a longa história de nosso subcontinente. Com cerca de 50 mãos em cerâmica, cada artista convidado teve a tarefa de construir novos significados poéticos a partir da reflexão sobre a escultura da “Mão” e seu criador.

Como se sabe, escorre da “Mão” espalmada um mapa da América Latina em vermelho, como se o continente estivesse se esvaindo em sangue se esvaindo. Essa imagem se vincula à  obra literária “As Veias Abertas da América Latina”, de Eduardo Galeano. No livro, o historiador compila a história da exploração latino-americana, fazendo-nos enxergar quanto sangue nossa América perdeu em favor de vitórias das nações dominantes, desde o início da colonização até os mais recentes processos industrializadores. Diz Niemeyer: “Suor, sangue e pobreza marcaram a história desta América Latina tão desarticulada e oprimida. Agora urge reajustá-la num monobloco intocável, capaz de fazê-la independente e feliz.” Símbolo desse sonho, a “Mão”, agora multiplicada, oferece momentos de reflexão e fruição estética.

Em parceria com a ABAPC (Associação Brasileira dos Artistas Plásticos de Colagem), participam da mostra artistas como  Caciporé Torres, Elifas Andreato, Elza Carvalho,  Jaime Prades, Lucas Schlosinski, Mary Carmen Matias, Mirian Castellani,  Robert Richard, Sheila Oliveira, Mônica Rubinho, Paulo Caruso e Aroeira, e Walter Tomasi (Brasil), Angie Saiz e Base Color (Chile), Nora Chernajovsky (Argentina), Braun-Vega e Marita Ibanez  (Peru), Ricardo Benaim (Venezuela), Juan Muzzi (Uruguai) entre outros.

Serviço:
Mão da América
Período: 12 de janeiro a 12 de fevereiro de 2011.
De terça a domingo, das 9 às 18h
Galeria Marta Traba
Memorial da América Latina
Av. Auro Soares de Moura Andrade, 664 portões 1, 5 e 6.
Estacionamento (pago): portão 8, e gratuito na abertura pelo portão 6.
Informações: 3823.4708 Fax: 3823 4706
galeria@fmal.com.br
ENTRADA FRANCA

Fotos: Daniela Agostini

 

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